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Algas Marinhas do Brasil – Um tesouro do Mar

Alimentação do novo Milênio

“Que o teu alimento seja o teu remédio” (Hipocrates)

 

As algas marinhas são utilizadas há milênios na China, Malásia, Filipinas e Japão, e após a Segunda Guerra Mundial, nos Estados Unidos, Rússia, Alemanha, França, Marrocos, Espanha, Portugal, Coréia do Sul, África do Sul, Argentina, Chile, México, etc. O Brasil conta com uma fábrica na Paraíba que utiliza as Algas Agarófitas na produção de Agar-Agar e Carragena.

Até a implantação do projeto Macromar, os pescadores e a população em geral das praias nordestinas não sabiam que as algas marinhas são excelentes alimentos compostos de nutrientes de elevado poder biológico, ricos em proteínas, vitaminas, sais minerais e oligoelementos,compostos impossíveis de se encontrar em um só alimento.

Estas algas marinhas estão sendo utilizadas para emagrecer sem flacidez num processo de alimentação sem a necessidade de regimes especiais, eliminando o colesterol, calores da menopausa, insônia, depressão, prisão de ventre, dores nas pernas e principalmente o stress muitas vezes ocasionado por falta de nutrientes. Estes fatos são confirmados pelos usuários das algas em depoimento.

A experiência mais notória do uso massivo das algas marinhas a obtivemos nas escolas onde fornecemos as gelatinas de algas marinhas para a merenda escolar, fato concretizado no município de Icapui-CE, onde ficou confirmado o que se lê em inúmeras publicações tanto de origens acadêmicas como de revistas especializadas e publicações jornalísticas sobre o efeito nutricional das algas para uma boa saúde.

Confirmamos na prática a melhoria do rendimento escolar dos educandos, chegando a receberem comentários alegres dos professores dizendo que eles seriam contra o fornecimento das gelatinas porque os alunos estavam ficando muito“levados” aludindo ao fato da melhor disposição dos alunos quando a merenda eram as gelatinas das algas marinhas.

Por outra parte, o primeiro caso registrado sobre cicatrização rápida usando as algas marinhas foi narrado pela professora Susana Freitas da escola Mizinha de Icapui-CE, que após quatro meses de tratamento para cicatrizar uma ferida de uma operação, a solicitação do médico, nos consultou para saber preparar a gelatina, e usando-se dela durante cinco dias se sentiu totalmente recuperada, enquanto toda a medicação foi eliminada.

Após esta experiência, os relatos de cura de diferentes sintomas de doenças se multiplicaram, chamando muito nossa atenção pela diversidade; os mais freqüentes eram sobre menstruação irregular, prisão de ventre, dores nas pernas, colesterol, rinite, sinusite, reumatismo, vitiligo, calores da menopausa, stress, depressão e principalmente emagrecimento, para citar só alguns, os que se somam hoje as centenas de depoimentos dados pelos usuários das algas no programa “Alimentação do novo milênio” transmitido na rádio mundial, fazendo-nos compreender que a maioria dos problemas de saúde anotados derivam de má nutrição.

Por quê? As algas marinhas Seaweed foram selecionadas entre dezenas de opções por serem as mais ricas em proteínas (mais que a carne), a saber: com 30 gramas das algas Seaweed fazemos no mínimo 1 quilo de gelatina natural; é fácil compreender que a concentração de nutrientes é muito elevada comparada com qualquer outro alimento que além do mais, normalmente contém alto grau de toxicidade.

As algas desintoxicam o organismo,regulam o metabolismo pela ação simultânea dos aminoácidos essenciais, vitaminas e mais de sessenta sais minerais e oligoelementos, e por esta razão podem curar qualquer doença cumprindo o princípio hipocrático: que o teu alimento seja o teu remédio, somado a uma boa respiração e principalmente ao equilíbrio energético que depende em grande parte do relacionamento entre as pessoas.

Resumindo,uma pessoa corretamente nutrida, terá um corpo resistente a qualquer doença, e podemos dizer que a saúde é inerente à vida, e que é responsabilidade pessoal tê-la, sabendo que doença é efeito (e não causa) da má nutrição, má respiração e falta de equilíbrio.

Em São Paulo existem usuários que declaram ter melhorado consideravelmente de diabetes, problemas de próstata e rins. Na procura das causas dessa melhoria, podemos confirmar o efeito do cromo e zinco na diabete (o cromo e o zinco participam do mecanismo de ação da insulina) e o zinco deixa corpo mais resistente a infecções, mais comuns quando se tem distúrbios do pâncreas, mantém saudável os órgãos de reprodução e permitem o funcionamento adequado de todos os órgãos internos, produzindo centenas de enzimas.

O selênio contido nas algas marinhas permitem o funcionamento eficiente dos glóbulos vermelhos e brancos, e juntos com a vitamina E tornam o chumbo cádmio e mercúrio não tóxico ao organismo humano, diluindo os elementos tóxicos depositados nos rins.

Estes depoimentos são grandes estímulos ao nosso trabalho. Não obstante, nosso intuito continua a ser, incentivar o uso das algas marinhas como um complemento alimentar, que seguramente dará lugar, em médio prazo, a procurarmos novos e fascinantes usos das algas marinhas.

Estudos e Pesquisas

O projeto Macromar foi iniciado no Ceará fornecendo gelatinas de algas marinhas na merenda escolar do município de Icapuí para mais de 7000(sete mil) alunos e professores, o projeto inclui a preservação dos bancos naturais das algas marinhas, cultivo e a criação e distribuição de renda nas comunidades de pescadores. Consideramos que o maior sucesso foi conseguido na área social pois foi conseguido uma melhoria substancial na qualidade de vida das famílias dos pescadores incluídos no projeto Algas Marinhas do Brasil.

No litoral brasileiro, em determinados lugares e em diferentes épocas do ano, existe o fenômeno conhecido como arribadas, que são as algas marinhas levadas pelas marés até as praias. Entre os anos de 1990, e 1992 foram feito diversas viagens ao litoral do RN e Ceará e posteriores pesquisas sobre as algas brasileiras que revelaram que eram as algas mais ricas em proteínas, vitaminas e sais minerais do planeta, graças as características climáticas do litoral nordestino.

Primeiros estudos foram feitos sobre o aproveitamento das espécies gracilárias, que são a matéria prima do Agar Agar, que é uma sustância coloidal extraídas destas algas para serem utilizadas como espessantes , clarificantes nas indústrias de alimentos, e claro, para também fazer gelatina.

Para resumir, a obtenção do Agar Agar é um processo químico, a saber: as algas são alcalinizadas em soda caústica, neutralizadas com ácido sulfúrico e branqueadas com hipoclorito de sódio.

Porque será que o ser humano inventa complicações que terminam prejudicando sua própria saúde? Temos, por exemplo, o processo para a obtenção do sacarose da cana de açúcar, a cana de açúcar é um excelente alimento, no entanto o açúcar refinado …

Nesta linha de raciocínio uso das algas gracilárias como alimento natural também parece ser mais lógico. Que tal fazer gelatina destas algas sem utilizar produtos químicos? O grande problema era como resolver o gosto de peixe na gelatina. Começou se trabalhar como eliminar os pigmentos vermelhos que são proteínas de digestão mais difíceis, pois além do odor dão um aspecto visual para dizer no mínimo, pouco atraente.

As primeiras pesquisas foram concentradas no branqueamento natural (sem produtos químicos) das algas do gênero gracilária que após ter sido conseguido,deu lugar as pesquisas para obter a gelatina natural.

No final do ano de 1993, já tínhamos o fornecimento de gelatinas na Unipec (Universidade Particular de Natal) e oferecido ao público de Natal e Fortaleza a opção alimentar com as algas marinhas, que ocasionou depoimentos dos usuários de curas de insônia, varizes, prisão de ventre, menstruação irregular, perda de peso com melhoria de rendimento físico e mental.

Em São Paulo existem usuários que declaram ter melhorado consideravelmente de diabetes, problemas de próstata e rins.

Na procura das causas dessa melhoria, podemos confirmar o efeito do cromo e zinco na diabete (o cromo e o zinco participam do mecanismo de ação da insulina) e o zinco deixa corpo mais resistente a infecções, mais comuns quando se tem distúrbios do pâncreas, mantém saudável os órgãos de reprodução e permitem o funcionamento adequado de todos os órgãos internos, produzindo centenas de enzimas.

Conceitos técnicos:

As algas marinhas sintetizam seus próprios alimentos, o que é feito pela fotossíntese,auxiliada pela energia química liberada na decomposição do ácido fosfórico contido no seu organismo. Com este processo a molécula de água é dissociada. O hidrogênio liberado age sobre o bióxido de carbono, em presença de catalisadores internos produzindo açúcares e amido (polissacarídeos).

Tesouro do mar (da revista Saúde, Beleza e Pele), as algas marinhas contribuem para a saúde geral, principalmente para o bom funcionamento do sistema nervoso e endócrino, resultando em cabelos fortes e saudáveis, pele macia e sistema imunológico resistente. Além de possuir ação antibiótica e inibir a formação de tumores. Estudos comprovam a ação das algas na redução do colesterol e na prevenção da arteriosclerose e pressão alta. Usadas na alimentação diária, as algas marinhas aumentam a oxigenação e proporcionam uma ação altamente benéfica sobre as glândulas, coração, artérias, fígado, vesícula biliar, rins, pâncreas, cólon, próstata, útero, ovários e testículos, além de proporcionarem uma inacreditável força vital.

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